No CyberPlay a equipa entra num incidente cibernético simulado e vive-o em tempo real, directamente no browser, sem tocar nos sistemas reais da empresa. Não há slides nem exercícios teóricos: há decisões a tomar sob pressão, com informação incompleta e com o relógio a correr, exactamente como acontece num ataque verdadeiro.
Cada decisão tomada durante a sessão é analisada por um motor de inteligência artificial, que a valida face aos procedimentos internos da empresa e a referenciais internacionais — ISO 27001, NIST CSF e RGPD — e faz evoluir o cenário em função das escolhas feitas. Por isso nenhuma sessão é igual à anterior: o incidente adapta-se à equipa que o está a enfrentar.
Num ataque real, o papel não é apenas de quem gere os sistemas. As tecnologias de informação, o jurídico, as operações, a gestão de topo e até a recepção têm decisões a tomar, comunicações a fazer e prazos legais a cumprir. O CyberPlay coloca cada função no seu papel e mostra onde a cadeia de resposta se parte.
No final, a empresa recebe um índice de prontidão de 0 a 100 e uma análise das lacunas de competências, por função e por fase da resposta ao incidente. É um ponto de partida objectivo para priorizar formação, rever procedimentos e demonstrar evidência de treino perante auditores e clientes.
Banca, seguros, energia, saúde, indústria, logística, retalho, educação, sector público, tecnologia, jurídico e comunicação social: qualquer organização que dependa de informação e de sistemas está exposta e pode treinar com o CyberPlay.
As empresas que estão a implementar a ISO 27001 ou a ISO 22301 usam o CyberPlay para testar se o sistema aguenta sob pressão. Ter políticas escritas é uma coisa; provar que a organização as executa no meio de um incidente é outra — e é isso que a simulação demonstra.